A ressonância magnética é um exame de imagem que identifica problemas neurológicos, ortopédicos, cardíacos, infecções e pode trazer mais precisão no diagnóstico de câncer. É um exame muito eficiente, mas, que desperta muitas dúvidas. Pensando nisso, trouxemos 7 curiosidades sobre ressonância magnética.

  1. A ressonância não utiliza radiação. O procedimento é realizado com contraste aplicado na veia. A substância presente é o gadolínio, um metal raro. A função do contraste na ressonância é melhorar a qualidade das imagens e a substância é eliminada pela urina;
  2. O aparelho onde é feito o exame gera possui campo magnético 30 mil vezes maior que o da Terra. Esse campo magnético e a radiofrequência presentes no ímã do aparelho sofre alterações causadas pelo contraste e isso gera imagens de alta definição; 
  3. Antes de ser submetido ao exame, o paciente tem seu histórico clínico rigorosamente avaliado para detectar alergias a medicamentos. Em alguns casos, o médico responsável pelo procedimento pode prescrever um antialérgico;
  4. Pessoas com insuficiência renal não podem fazer ressonância magnética. Nelas, o contraste provoca uma doença chamada fibrose nefrogênica sistêmica que consiste em alterações do fígado, pulmão, coração e articulações;
  5. O paciente recebe da clínica de ressonância um termo de consentimento. Nele, a pessoa deve indicar se é portador de marca-passo, implante de ouvido, placas/pinos/parafusos, prótese peniana, prótese dentária;
  6. O termo de consentimento questiona também a realização de exames com contraste, cirurgias e se já fez radioterapia ou quimioterapia. Pessoas que tenham tatuagem e maquiagem definitiva devem informar no termo de consentimento da clínica de ressonância;
  7. Grávidas podem fazer ressonância magnética, desde que seja sem o uso de contraste para não comprometer a saúde do feto. Sem o contraste, o exame é indicado no primeiro trimestre para investigar a situação do bebê e da placenta.