No Brasil, o futebol é o esporte que dispensa apresentações. Ele é a principal paixão brasileira e todos nós já paramos para assistir um jogo, torcer pela seleção e reunir a família e amigos para se reunir ao redor da televisão na final do nosso campeonato favorito ou para organizar um campeonato amador de futebol.

Contudo, o que precisa de apresentações talvez seja o outro lado do futebol brasileiro: fora dos grandes campos e estádios, o futebol amador vai muito além de uma profissão ou esporte, tornando-se o sonho de milhares de garotos e garotas ao redor do país.

O futebol começa como uma brincadeira de infância para muitos. Jogar bola com os amigos em um time de várzea é divertido e todo mundo gosta, mas para alguns não é só brincadeira e o esporte se torna a grande inspiração para crianças, adolescentes e adultos.

Sim, o esporte atravessa barreiras de idade, geração e visão em torno do futebol, acolhendo quem leva tudo como passatempo e quem vê no futebol uma chance de mudar de vida.

Se não há idade para gostar de futebol, também não há idade para deixá-lo transformar sua vida. Ao menos esse é o lema de quem mora nas comunidades espalhadas pelo Brasil inteiro, convivendo com situações de risco e uma imensa desigualdade social que vem de todos os lados.

O esporte é uma importante ferramenta de inclusão social, integração e formação, tirando da marginalidade uma série de pessoas que se acostumam a visualizar poucas coisas em seu futuro.

A prática esportiva em nosso contexto social atual vai muito além dos campinhos improvisados e times de crianças formados sem grandes ambições: o futebol de várzea, é capaz de englobar a saúde, a educação, o turismo, a economia e, em nosso contexto, a vida de milhares de brasileiros.

O esporte serve como poderosa fonte de inspiração e motivação. Invista no futebol de várzea, inclua o esporte na vida de uma criança e observe os benefícios e mudanças que isso pode trazer. O resultado é incrível, transformador e emocionante.